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6/2010_Entrevista com Novos Coordenadores do PAM
Leia na íntegra a entrevista com os novos coordenadores do PAM: Marcio Hoepers e Reginaldo Jose de Carvalho. Saiba por que eles decidiram coordenar o PAM, sua ligação com o montanhismo, o que pretendem para o futuro do PAM.
Por que decidiu coordenar o PAM?
Tanto, eu, como Reginaldo J. Carvalho, conversarmos a respeito e sentimos a necessidade de abraçar o PAM, tanto pela nossa experiência em atividades de conservação de ambientes de montanha, como pela forte ligação que temos com a montanha. E como integrantes de uma Federação Estadual ligada a CBME, queríamos dar nossa contribuição para divirmos as responsabilidades a nível nacional.
Qual sua ligação com o PAM?
Abraçamos o PAM em 2004, a AJM - Associação Joinvilense de Montanhismo, adotou o Monte Crista, uma montanha com visitação com vários problemas ambientais, decorrentes da visitação em massa. Desenvolvemos ao longo dos anos, vários trabalhos: recuperação de trilhas, coleta de resíduos, mapeamento dos riscos, cadastro dos frequentadores e, no meu ver, o trabalho mais importante: a conscientização dos frequentadores, através da conduta de mínimo impacto. Além, dessa montanha, fizemos trabalhos em outras montanhas da região.
Cabe ressaltar a importância da participação e colaboração do Reginaldo J. de Carvalho, sempre em busca de novas técnicas e metodologias a serem aplicadas em nossas atividades. Temos registradas algo em torno de 900 horas de trabalho voluntário em prol do PAM pelos membros da AJM.
Qual sua ligação as entidades de montanhismo?
Minha ligação com as entidades de montanhismo começou na década de 90, quando morava no Paraná (sou catarinense, mas morei 16 anos no Estado vizinho), frequentei reuniões do CPM, participei do 1o. Seminário Paranaense de Montanhismo em 1993. Após isso, voltei para Santa Catarina em 1994, em 1996 me associei ao CEBV - Centro Excursionista Barriga Verde, em 1998 me tornei presidente da Entidade. Depois de um mandato me afastei um pouco do Clube.
Em 2003, juntamente com o Reginaldo J. Carvalho e outros montanhistas, fundamos a AJM, visando principalmente a conservação dos ambientes de montanha da nossa região. Em 2009, depois de anos de conversas e discussões, fundamos a FEMESC - Federação de Montanhismo e Escalada do Estado de Santa Catarina, na qual estou no cargo de Presidente.
Como pretende ativar o PAM?
Bem, primeiramente vamos fazer o levantamento de todas as áreas adotadas e quais entidades estão responsáveis.
Estamos elaborando um mini-projeto explicativo, visando dar subsídios para identificar montanhas, zonas de escalada, áreas de montanhas, com problemas ambientais, assim sendo, entidades ligados ao montanhismo terão subsídios para priorizar locais realmente problemáticos e que devem ter prioridade na execução do PAM.
Qual seu projeto para a continuidade do PAM?
O PAM como todo projeto ambiental deve ser considerado a médio e longo prazo, pelo fator que o principal meio de mudança do panorama é a conscientização ambiental dos frequentadores/visitantes, trabalho que leva tempo.
O que você espera dos montanhistas, não só os paulistas, mas de todos os outros estados?
Esperamos a colaboração de todos, temos que mostrar a importância do voluntariado em ações para conservação dos ambientes de montanha, nosso trabalho em conjunto e em união mostrará os resultados num futuro próximo.
A todos aqueles que não nunca participaram ou pensam em entrar no projeto, diríamos:
O trabalho é como escalar uma grande montanha: requer tempo, preparo, paciência, disciplina, tenacidade, entre outros fatores, mas a recompensa é gratificante, também cito a questão da importância do voluntariado, em nosso país essa questão ainda é pouco difundida, esperamos sensibilizar novos voluntários através da divulgação dos resultados nas diversas áreas abrangidas pelo PAM.
Leia na íntegra a entrevista com os novos coordenadores do PAM: Marcio Hoepers e Reginaldo Jose de Carvalho. Saiba por que eles decidiram coordenar o PAM, sua ligação com o montanhismo, o que pretendem para o futuro do PAM.
Por que decidiu coordenar o PAM?
Tanto, eu, como Reginaldo J. Carvalho, conversarmos a respeito e sentimos a necessidade de abraçar o PAM, tanto pela nossa experiência em atividades de conservação de ambientes de montanha, como pela forte ligação que temos com a montanha. E como integrantes de uma Federação Estadual ligada a CBME, queríamos dar nossa contribuição para divirmos as responsabilidades a nível nacional.
Qual sua ligação com o PAM?
Abraçamos o PAM em 2004, a AJM - Associação Joinvilense de Montanhismo, adotou o Monte Crista, uma montanha com visitação com vários problemas ambientais, decorrentes da visitação em massa. Desenvolvemos ao longo dos anos, vários trabalhos: recuperação de trilhas, coleta de resíduos, mapeamento dos riscos, cadastro dos frequentadores e, no meu ver, o trabalho mais importante: a conscientização dos frequentadores, através da conduta de mínimo impacto. Além, dessa montanha, fizemos trabalhos em outras montanhas da região.
Cabe ressaltar a importância da participação e colaboração do Reginaldo J. de Carvalho, sempre em busca de novas técnicas e metodologias a serem aplicadas em nossas atividades. Temos registradas algo em torno de 900 horas de trabalho voluntário em prol do PAM pelos membros da AJM.
Qual sua ligação as entidades de montanhismo?
Minha ligação com as entidades de montanhismo começou na década de 90, quando morava no Paraná (sou catarinense, mas morei 16 anos no Estado vizinho), frequentei reuniões do CPM, participei do 1o. Seminário Paranaense de Montanhismo em 1993. Após isso, voltei para Santa Catarina em 1994, em 1996 me associei ao CEBV - Centro Excursionista Barriga Verde, em 1998 me tornei presidente da Entidade. Depois de um mandato me afastei um pouco do Clube.
Em 2003, juntamente com o Reginaldo J. Carvalho e outros montanhistas, fundamos a AJM, visando principalmente a conservação dos ambientes de montanha da nossa região. Em 2009, depois de anos de conversas e discussões, fundamos a FEMESC - Federação de Montanhismo e Escalada do Estado de Santa Catarina, na qual estou no cargo de Presidente.
Como pretende ativar o PAM?
Bem, primeiramente vamos fazer o levantamento de todas as áreas adotadas e quais entidades estão responsáveis.
Estamos elaborando um mini-projeto explicativo, visando dar subsídios para identificar montanhas, zonas de escalada, áreas de montanhas, com problemas ambientais, assim sendo, entidades ligados ao montanhismo terão subsídios para priorizar locais realmente problemáticos e que devem ter prioridade na execução do PAM.
Qual seu projeto para a continuidade do PAM?
O PAM como todo projeto ambiental deve ser considerado a médio e longo prazo, pelo fator que o principal meio de mudança do panorama é a conscientização ambiental dos frequentadores/visitantes, trabalho que leva tempo.
O que você espera dos montanhistas, não só os paulistas, mas de todos os outros estados?
Esperamos a colaboração de todos, temos que mostrar a importância do voluntariado em ações para conservação dos ambientes de montanha, nosso trabalho em conjunto e em união mostrará os resultados num futuro próximo.
A todos aqueles que não nunca participaram ou pensam em entrar no projeto, diríamos:
O trabalho é como escalar uma grande montanha: requer tempo, preparo, paciência, disciplina, tenacidade, entre outros fatores, mas a recompensa é gratificante, também cito a questão da importância do voluntariado, em nosso país essa questão ainda é pouco difundida, esperamos sensibilizar novos voluntários através da divulgação dos resultados nas diversas áreas abrangidas pelo PAM.


