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6/2010_Brasil no Campeonato Continental de Escalada 2010
O Campeonato Continental de Escalada 2010 realizado na cidade de Quito, Equador, entre os dias 19 e 23 de maio, contou com a presença de dois representantes brasileiros, ambos de São Paulo – o campeão nacional César Grosso, no masculino, e a campeã nacional Janine Cardoso no feminino.
A delegação brasileira contou ainda com o trabalho do presidente da APEE (Associação Paulista de Escalada Esportiva) Ricardo Leizer, que além de fotografar todo o evento e oferecer suporte aos atletas, participou de algumas reuniões ao lado de representantes da UPAME (Confederação Panamericana de Desportes de Montanha), do IFSC (International Federation of Sport Climbing) e de profissionais credenciados como route-setters e juízes internacionais, aptos a atuar em campeonatos oficiais.
Desta forma, a delegação começou a negociar a realização de um possível Campeonato Panamericano, ou até Continental, que poderá ser realizado em São Paulo no ano de 2011, levantando assim, custos e trâmites organizacionais para que o evento ocorra com sucesso.
Os atletas e o delegado brasileiro voaram juntos para Quito no dia 17 de maio, visando pelo menos 3 dias de aclimatação antes do primeiro dia de competição.
Graças ao patrocínio da marca THE NORTH FACE neste campeonato, a equipe teve estadia garantida durante toda a viagem em hotel próximo ao evento, podendo descansar adequadamente após o voo, realizando já no primeiro dia um reconhecimento da estrutura física do complexo de escalada da cidade, localizado a 5 minutos a pé do hotel.
No dia seguinte, a delegação partiu logo cedo para um treino de corrida estratégico de 30 minutos em um parque arborizado nas redondezas, para sentir o ‘caminhar’ da respiração e o desempenho físico a 2900 metros de altitude.
Além de passeios pela cidade, os atletas aproveitaram para conhecer as obras do pintor e escultor Oswaldo Guayassamin e visitar “La mitad Del Mundo”. Ainda no dia 18, seguiram para o último treino estratégico antes da competição em um muro privado da cidade – ginásio Mono-dedo.
No dia seguinte (19), a delegação brasileira participou da reunião técnica oficial, conferindo horários e regras específicas de todo o evento, seguindo posteriormente para a abertura oficial do Campeonato Continental, que contou com a presença também das delegações da Argentina, Costa Rica, Chile, Colômbia, Equador, Estados Unidos, México, Peru e Venezuela.
A boa expectativa brasileira na prova de dificuldade era grande até então, com ambos os atletas super focados e motivados.
As eliminatórias desta categoria iniciaram no dia 20, às 9 hs sem atraso conforme o cronograma divulgado. Um dos pontos fracos da organização, segundo os atletas, esteve no muro de aquecimento localizado na área de isolamento – parede extremamente estreita e vertical, com poucas agarras.
A atleta Janine Cardoso entrou confiante na via classificatória graduada em 8a/b, superando os lances desde o início sem aparente dificuldade. Porém, o tempo limite de 6 minutos para finalizar a via (regra pré-estabelecida pelo chefe de route-setters do campeonato) não foi bem calculado pela atleta durante o trajeto, obrigando-a a paralisar sua escalada a poucos movimentos do final, sem estar ‘tijolada’. Com um estilo mais lento e estático, Janine viu-se forçada a acelerar sua movimentação na próxima fase para recuperar colocações perdidas e finalizar a via no tempo adequado.
Nenhuma outra competidora enfrentou o problema do tempo, mas apenas duas equatorianas e a americana Sasha Digiulian completaram a via.
Já no masculino, o atleta Cesar Grosso encadenou a via classificatória sem aparente dificuldade, superando muitos outros competidores.
Durante a tarde, os atletas competiram na etapa semifinal de dificuldade. Janine escalou com muito mais rapidez, fluindo bem até dois lances antes do final da via cotada em 8c/9a, tocando a mesma agarra que a venezuelana Francis Rodrigues (2ª colocada). A americana Sasha (algumas vezes finalistas da Copa do Mundo) foi a única a completar a via.
Na semifinal masculina, Cesinha mostrou que ‘não tinha pra ninguém’, destacando-se como o favorito para levar o prêmio com uma lindíssima cadena, realizada anteriormente apenas pelo mexicano Mauricio Huerta.
O dia da final (21) parecia amanhecer ensolarado e promissor para os brasileiros, após ambos passarem para a final da modalidade. Porém, um problema de horário quase os tirou da prova, uma vez que seguiram os horários de isolamento anunciados no site oficial (IFSC), reforçados como os definitivos na reunião técnica.
A antecipação de meia hora do isolamento das finais (informada através de documentos posteriormente veiculados no mural técnico) não foi assimilada pelas delegações brasileira e mexicana, e o atraso teve que ser discutido entre o júri por algum tempo enquanto os atletas permaneciam isolados separadamente dos finalistas.
Considerada tal mudança e a manutenção do horário antigo no site oficial, os atletas puderam competir normalmente. Contudo, a atleta Janine Cardoso não teve tempo de aquecimento, seguindo diretamente da decisão do júri para a leitura de via e, logo em seguida, para sua participação na via cotada em 9b.
Após superar um teto no meio da estrutura final, e realizar 22 movimentos fria, caiu ‘tijolada’ em um lance explosivo, classificando-se na 7ª colocação. Como parâmetro, acompanhou a escalada da concorrente venezuelana Francis Rodrigues na final, a quem venceu em 2008 no campeonato Centro Sulamericano, para prospectar em que ponto cairia se tivesse tido o aquecimento adequado; Francis caiu 5 lances acima, conquistando o 2º lugar na prova, superada apenas pela americana Sasha Digiulian, mais uma vez, única mulher a completar a via.
No masculino, Cesinha aparecia como um dos favoritos, ao lado do mexicano. No entanto, o brasileiro, último atleta a escalar a parede final, caiu após perder o apoio do pé em uma agarra invertida da via, terminando sua participação bem antes do que todo o público presente esperava.
“Lemos a via, via longa com 58 movimentos imponentes, com cruxs e descansos. Fui o último a escalar, entrei muito confiante e motivado, sabia que podia mandar a via. Ainda na leitura vi acima muitos lances de arestas e diedros (onde normalmente sempre me encaixo bem). Estava tranquilo, tentei um movimento de uma maneira e não era assim, mas tudo bem. Só voltar a mão, trocar o pé e ir com a outra mão. No meio disso, tudo muda em menos de um segundo... Quando me dei conta, meu pé já tinha vazado no reglete abaixo invertido… complicado. Estava me sentindo muito bem e antes mesmo de me desencordar com o braço novo, já fui tomado por um gosto pior que o azedo e amargo juntos e uma dor de cabeça forte…” César Grosso, após queda na final, finalizando a prova de dificuldade em 10º colocado. Uma pena, mas um aprendizado e uma vivência e tanto que ainda seguiu para a prova de boulder nos dias seguintes.
Na classificação final entre os homens, Cesinha ficou com a 10 ª colocação em dificuldade, e o México terminou com o título continental, seguido por Chile e Argentina.
BOULDER: Cesinha começou bem a disputa de boulder, realizada no sábado (22 de maio), completando à vista o primeiro boulder, realizando no total 4 dos 5 boulders da classificatória, seguindo como um dos favoritos para as finais ao lado do chileno Jesus Gonzales.
Nesta etapa da competição oficial de boulder, cada atleta tem 5 minutos para escalar cada um dos 5 boulders, com 5 minutos de descanso entre cada um. Tudo o que é feito à vista tem uma pontuação maior. A partir das outras tentativas, vai caindo a pontuação. Mesmo a agarra bônus, se pegar na primeira, tem pontuação maior. A estratégia mais inteligente é estudar muito bem a via antes de entrar.
Na etapa classificatória feminina, a atleta Janine Cardoso encadenou 1 dos 5 boulders, acompanhando a performance destaque da americana Francesca Metcalf que realizou todos os boulders à vista, seguida da Venezuela Lucelia Blanco que conseguiu mandar 4 dos 5 desafios. Com isso, Janine não classificou-se para a final.
FINAIS DE BOULDER: As finais ocorreram no dia seguinte (23 de maio), com 4 boulders propostos com 4 minutos de tempo limite para cada atleta, no formato de competição onde todos os 6 finalistas tentaram o 1º desafio (com 6 cadenas à vista), seguindo para o 2º (com nenhuma cadena, tendo apenas o chileno Jesus tocado na última agarra na primeira tentativa). No 3º boulder, mais uma vez o chileno destacou-se chegando a tocar a última agarra, com agarra bônus na 1ª tentativa.
Cesinha seguia com grandes chances até aí, principalmente por sua colocação em primeiro lugar na etapa classificatória. Porém, neste 3º boulder, dominou a agarra bônus na 2ª tentativa (por pouco não realizando a cadena!).
A equipe de route-setters falhou no último boulder, criando um desafio fácil demais que não permitiu uma disputa mais acirrada, com a cadena à vista de todos os atletas.
Com a soma de pontos, Cesinha ficou em 2º colocado, seguido do venezuelano Manoel Escobar em 3º, com a vitória do chileno Jesus Gonzales.
"Foi uma prova bem acirrada e o resultado se deu em detalhes: uma troca de mão, uma pisada, uma juntada", comentou o brasileiro ‘Cesinha’ após a prova.
FINAL FEMININA DE BOULDER - No feminino, a vitória ficou com a norte-americana Francesca Metcalf, seguida por sua compatriota Sasha Digiulian e pela equatoriana Carolina Rosero, de apenas 16 anos.
"Fiz um treinamento intensivo para essa prova. Foram cinco dias por semana durante um mês. O nível das competidoras estava muito alto e as vias estavam muito boas. A última da final, especialmente, não é muito o meu estilo, mas me dei bem", disse Metcalf, que quer vir ao Brasil para escalar.
PARABÉNS A TODOS OS ATLETAS PRESENTES!
Seguindo a onda do boulder, os atletas brasileiros seguiram no dia 12 de junho para a cidade de Curitiba, Paraná, para participar do THE NORTH FACE OPEN DE BOULDER no ginásio Campo Base, com a presença do atleta americano Daniel Woods, campeão do mundo em boulder, acompanhado da americana Courtney Sanders que também participou no feminino.
O open foi realizado em formato de festival durante 4 horas de evento, com diversos níveis de dificuldade, com os 8 melhores atletas classificando-se para uma final no mesmo dia com prêmios oferecidos pela patrocinadora do evento.
Boas escaladas turma!
Ricardo Leizer - Presidente Da APEE
O Campeonato Continental de Escalada 2010 realizado na cidade de Quito, Equador, entre os dias 19 e 23 de maio, contou com a presença de dois representantes brasileiros, ambos de São Paulo – o campeão nacional César Grosso, no masculino, e a campeã nacional Janine Cardoso no feminino.
A delegação brasileira contou ainda com o trabalho do presidente da APEE (Associação Paulista de Escalada Esportiva) Ricardo Leizer, que além de fotografar todo o evento e oferecer suporte aos atletas, participou de algumas reuniões ao lado de representantes da UPAME (Confederação Panamericana de Desportes de Montanha), do IFSC (International Federation of Sport Climbing) e de profissionais credenciados como route-setters e juízes internacionais, aptos a atuar em campeonatos oficiais.
Desta forma, a delegação começou a negociar a realização de um possível Campeonato Panamericano, ou até Continental, que poderá ser realizado em São Paulo no ano de 2011, levantando assim, custos e trâmites organizacionais para que o evento ocorra com sucesso.
Os atletas e o delegado brasileiro voaram juntos para Quito no dia 17 de maio, visando pelo menos 3 dias de aclimatação antes do primeiro dia de competição.
Graças ao patrocínio da marca THE NORTH FACE neste campeonato, a equipe teve estadia garantida durante toda a viagem em hotel próximo ao evento, podendo descansar adequadamente após o voo, realizando já no primeiro dia um reconhecimento da estrutura física do complexo de escalada da cidade, localizado a 5 minutos a pé do hotel.
No dia seguinte, a delegação partiu logo cedo para um treino de corrida estratégico de 30 minutos em um parque arborizado nas redondezas, para sentir o ‘caminhar’ da respiração e o desempenho físico a 2900 metros de altitude.
Além de passeios pela cidade, os atletas aproveitaram para conhecer as obras do pintor e escultor Oswaldo Guayassamin e visitar “La mitad Del Mundo”. Ainda no dia 18, seguiram para o último treino estratégico antes da competição em um muro privado da cidade – ginásio Mono-dedo.
No dia seguinte (19), a delegação brasileira participou da reunião técnica oficial, conferindo horários e regras específicas de todo o evento, seguindo posteriormente para a abertura oficial do Campeonato Continental, que contou com a presença também das delegações da Argentina, Costa Rica, Chile, Colômbia, Equador, Estados Unidos, México, Peru e Venezuela.
A boa expectativa brasileira na prova de dificuldade era grande até então, com ambos os atletas super focados e motivados.
As eliminatórias desta categoria iniciaram no dia 20, às 9 hs sem atraso conforme o cronograma divulgado. Um dos pontos fracos da organização, segundo os atletas, esteve no muro de aquecimento localizado na área de isolamento – parede extremamente estreita e vertical, com poucas agarras.
A atleta Janine Cardoso entrou confiante na via classificatória graduada em 8a/b, superando os lances desde o início sem aparente dificuldade. Porém, o tempo limite de 6 minutos para finalizar a via (regra pré-estabelecida pelo chefe de route-setters do campeonato) não foi bem calculado pela atleta durante o trajeto, obrigando-a a paralisar sua escalada a poucos movimentos do final, sem estar ‘tijolada’. Com um estilo mais lento e estático, Janine viu-se forçada a acelerar sua movimentação na próxima fase para recuperar colocações perdidas e finalizar a via no tempo adequado.
Nenhuma outra competidora enfrentou o problema do tempo, mas apenas duas equatorianas e a americana Sasha Digiulian completaram a via.
Já no masculino, o atleta Cesar Grosso encadenou a via classificatória sem aparente dificuldade, superando muitos outros competidores.
Durante a tarde, os atletas competiram na etapa semifinal de dificuldade. Janine escalou com muito mais rapidez, fluindo bem até dois lances antes do final da via cotada em 8c/9a, tocando a mesma agarra que a venezuelana Francis Rodrigues (2ª colocada). A americana Sasha (algumas vezes finalistas da Copa do Mundo) foi a única a completar a via.
Na semifinal masculina, Cesinha mostrou que ‘não tinha pra ninguém’, destacando-se como o favorito para levar o prêmio com uma lindíssima cadena, realizada anteriormente apenas pelo mexicano Mauricio Huerta.
O dia da final (21) parecia amanhecer ensolarado e promissor para os brasileiros, após ambos passarem para a final da modalidade. Porém, um problema de horário quase os tirou da prova, uma vez que seguiram os horários de isolamento anunciados no site oficial (IFSC), reforçados como os definitivos na reunião técnica.
A antecipação de meia hora do isolamento das finais (informada através de documentos posteriormente veiculados no mural técnico) não foi assimilada pelas delegações brasileira e mexicana, e o atraso teve que ser discutido entre o júri por algum tempo enquanto os atletas permaneciam isolados separadamente dos finalistas.
Considerada tal mudança e a manutenção do horário antigo no site oficial, os atletas puderam competir normalmente. Contudo, a atleta Janine Cardoso não teve tempo de aquecimento, seguindo diretamente da decisão do júri para a leitura de via e, logo em seguida, para sua participação na via cotada em 9b.
Após superar um teto no meio da estrutura final, e realizar 22 movimentos fria, caiu ‘tijolada’ em um lance explosivo, classificando-se na 7ª colocação. Como parâmetro, acompanhou a escalada da concorrente venezuelana Francis Rodrigues na final, a quem venceu em 2008 no campeonato Centro Sulamericano, para prospectar em que ponto cairia se tivesse tido o aquecimento adequado; Francis caiu 5 lances acima, conquistando o 2º lugar na prova, superada apenas pela americana Sasha Digiulian, mais uma vez, única mulher a completar a via.
No masculino, Cesinha aparecia como um dos favoritos, ao lado do mexicano. No entanto, o brasileiro, último atleta a escalar a parede final, caiu após perder o apoio do pé em uma agarra invertida da via, terminando sua participação bem antes do que todo o público presente esperava.
“Lemos a via, via longa com 58 movimentos imponentes, com cruxs e descansos. Fui o último a escalar, entrei muito confiante e motivado, sabia que podia mandar a via. Ainda na leitura vi acima muitos lances de arestas e diedros (onde normalmente sempre me encaixo bem). Estava tranquilo, tentei um movimento de uma maneira e não era assim, mas tudo bem. Só voltar a mão, trocar o pé e ir com a outra mão. No meio disso, tudo muda em menos de um segundo... Quando me dei conta, meu pé já tinha vazado no reglete abaixo invertido… complicado. Estava me sentindo muito bem e antes mesmo de me desencordar com o braço novo, já fui tomado por um gosto pior que o azedo e amargo juntos e uma dor de cabeça forte…” César Grosso, após queda na final, finalizando a prova de dificuldade em 10º colocado. Uma pena, mas um aprendizado e uma vivência e tanto que ainda seguiu para a prova de boulder nos dias seguintes.
Na classificação final entre os homens, Cesinha ficou com a 10 ª colocação em dificuldade, e o México terminou com o título continental, seguido por Chile e Argentina.
BOULDER: Cesinha começou bem a disputa de boulder, realizada no sábado (22 de maio), completando à vista o primeiro boulder, realizando no total 4 dos 5 boulders da classificatória, seguindo como um dos favoritos para as finais ao lado do chileno Jesus Gonzales.
Nesta etapa da competição oficial de boulder, cada atleta tem 5 minutos para escalar cada um dos 5 boulders, com 5 minutos de descanso entre cada um. Tudo o que é feito à vista tem uma pontuação maior. A partir das outras tentativas, vai caindo a pontuação. Mesmo a agarra bônus, se pegar na primeira, tem pontuação maior. A estratégia mais inteligente é estudar muito bem a via antes de entrar.
Na etapa classificatória feminina, a atleta Janine Cardoso encadenou 1 dos 5 boulders, acompanhando a performance destaque da americana Francesca Metcalf que realizou todos os boulders à vista, seguida da Venezuela Lucelia Blanco que conseguiu mandar 4 dos 5 desafios. Com isso, Janine não classificou-se para a final.
FINAIS DE BOULDER: As finais ocorreram no dia seguinte (23 de maio), com 4 boulders propostos com 4 minutos de tempo limite para cada atleta, no formato de competição onde todos os 6 finalistas tentaram o 1º desafio (com 6 cadenas à vista), seguindo para o 2º (com nenhuma cadena, tendo apenas o chileno Jesus tocado na última agarra na primeira tentativa). No 3º boulder, mais uma vez o chileno destacou-se chegando a tocar a última agarra, com agarra bônus na 1ª tentativa.
Cesinha seguia com grandes chances até aí, principalmente por sua colocação em primeiro lugar na etapa classificatória. Porém, neste 3º boulder, dominou a agarra bônus na 2ª tentativa (por pouco não realizando a cadena!).
A equipe de route-setters falhou no último boulder, criando um desafio fácil demais que não permitiu uma disputa mais acirrada, com a cadena à vista de todos os atletas.
Com a soma de pontos, Cesinha ficou em 2º colocado, seguido do venezuelano Manoel Escobar em 3º, com a vitória do chileno Jesus Gonzales.
"Foi uma prova bem acirrada e o resultado se deu em detalhes: uma troca de mão, uma pisada, uma juntada", comentou o brasileiro ‘Cesinha’ após a prova.
FINAL FEMININA DE BOULDER - No feminino, a vitória ficou com a norte-americana Francesca Metcalf, seguida por sua compatriota Sasha Digiulian e pela equatoriana Carolina Rosero, de apenas 16 anos.
"Fiz um treinamento intensivo para essa prova. Foram cinco dias por semana durante um mês. O nível das competidoras estava muito alto e as vias estavam muito boas. A última da final, especialmente, não é muito o meu estilo, mas me dei bem", disse Metcalf, que quer vir ao Brasil para escalar.
PARABÉNS A TODOS OS ATLETAS PRESENTES!
Seguindo a onda do boulder, os atletas brasileiros seguiram no dia 12 de junho para a cidade de Curitiba, Paraná, para participar do THE NORTH FACE OPEN DE BOULDER no ginásio Campo Base, com a presença do atleta americano Daniel Woods, campeão do mundo em boulder, acompanhado da americana Courtney Sanders que também participou no feminino.
O open foi realizado em formato de festival durante 4 horas de evento, com diversos níveis de dificuldade, com os 8 melhores atletas classificando-se para uma final no mesmo dia com prêmios oferecidos pela patrocinadora do evento.
Boas escaladas turma!
Ricardo Leizer - Presidente Da APEE
3/2010_Seletiva Juvenil
Aconteceu em 06 e 07 de fevereiro o Campeonato Brasileiro Juvenil – Seletiva 2010 no ginásio Campo Base em Curitiba. Com o resultado foram selecionados os atletas que irão competir no mundial juvenil de 9 a 12 de setembro de 2010 em Edimburgo, na Escócia.
A seletiva contou com a participação de mais de 20 atletas dos estados de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. Os resultados estão disponíveis no site da CBME. Leia mais »
Aconteceu em 06 e 07 de fevereiro o Campeonato Brasileiro Juvenil – Seletiva 2010 no ginásio Campo Base em Curitiba. Com o resultado foram selecionados os atletas que irão competir no mundial juvenil de 9 a 12 de setembro de 2010 em Edimburgo, na Escócia.
A seletiva contou com a participação de mais de 20 atletas dos estados de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. Os resultados estão disponíveis no site da CBME. Leia mais »
3/2010_Escalada indoor é esporte olímpico
Em 12 de fevereiro último o Comitê Olímpico Internacional ratificou o reconhecimento da IFSC (Federação Internacional de Escalada Esportiva) e portanto da escalada indoor como esporte olímpico. Leia íntegra (inglês) »
Em 12 de fevereiro último o Comitê Olímpico Internacional ratificou o reconhecimento da IFSC (Federação Internacional de Escalada Esportiva) e portanto da escalada indoor como esporte olímpico. Leia íntegra (inglês) »


